15 Novembro, 2009
13 Novembro, 2009
Encontro Das Comunidades Quilombolas de Paratibe, Gurugi, Mituaçu e Ipiranga - Paraíba - Brasil
Programação – Semana da Consciência Negra em Paratibe (20 a 29 de novembro de 2009).
ENCONTRO DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DE PARATIBE, GURUGI, MITUAÇU E IPIRANGA.
Dia 20:
- 19h: 20 de novembro na escola (palestra: Associação da Comunidade Negra de Paratibe);
- Teatro realizado pela comunidade de Paratibe;
- Teatro do Núcleo de Extensão Popular CCJ/UFPB;
Dia 21:
- Manhã: início da gincana (demarcações físicas no território e lembrança de costumes antigos da comunidade de Paratibe, brincadeiras e jogos);
- Colocação de placas pelas crianças nos limites territoriais da comunidade;
- Coleta de materiais recicláveis para fazer jangadas (principalmente isopor e garrafa pet);
- 19h: celebração religiosa;
- 20:30 h - capoeira Afro-nagô (grupo de Paratibe);
Dia 22:
- 8:30h: Oficina de audiovisual com pequenos formatos e memória (Coletivo Comjunto – Comunicação-UFPB): registro do evento;
- 19h: Cinema com pipoca na comunidade (Aruanda + todos os vídeos e fotos da comunidade);
Dia 23:
- 14h: Artesanato (org.: Iracema e Dona Neide – Paratibe);
Dia 24:
- 14h: Artesanato;
Dia 25:
- 8:30h: Oficina de pintura em tecido;
- 15h: Oficina sobre plantas medicinais;
Dia 26:
14h: Artesanato;
Dia 27:
14h: Artesanato;
Dia 28:
- Oficina de penteado afro (meninas de Caiana das Crioulas e meninas do Afro-nagô);
- Oficina de Pesca (org.: Jó e Fabrício - Paratibe)
- Noite: capoeira e dança afro (Pitoco)
Dia 29:
Encontro das comunidades quilombolas de Paratibe, Gurugi, Mituaçu e Ipiranga.
- Tarde: chegada das outras comunidades a Paratibe:
- Desfile (com roupas, acessórios e penteado feitos nas oficinas);
- Capoeiras (afro-nagô, berimbau-viola, e algumas pessoas de Matão);
- Teatro Navio Negreiro (de Gurugi);
- Mulambo Acústico.
- Encerramento: Coco de roda de Gurugi;
Realização: Associação da Comunidade Negra de Paratibe, Núcleo de Extensão Popular (NEP/CCJ/UFPB), AACADE (Associação de Apoio às Comunidades Afrodescendentes da Paraíba).
**Durante a semana, será providenciada uma moção para pressionar a Prefeitura a fazer o georeferenciamento e um jornal – mural para divulgar as atividades e discutir a questão quilombola.
**Ambientação da comunidade- musical, visual, simbólica.
Contatos:
8829-3778 (Joseane – Associação da Comunidade Negra de Paratibe);
8893-1228 (Pablo – NEP).
Em Paratibe, bem como em outras comunidades quilombolas, políticas públicas voltadas à resolução da questão fundiária e ao estímulo à diversidade das expressões culturais afrodescendentes colocam-se como os aspectos fundamentais para a promoção desses grupos étnicos.
08 Novembro, 2009
Rede Mocambos
Texto extraído da página de apresentação da Rede Mocambos.
www.mocambos.net
Uma Rede de Comunicação Social

É uma rede de negras e negros de âmbito nacional. Conectando através das tecnologias da informação e comunicação comunidades quilombolas rurais e urbanas. Para isso buscamos parcerias de diversos segmentos para que de forma colaborativa e coletiva possamos reunir diferentes programas, projetos e ações voltados para o desenvolvimento humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico-memória dessas comunidades.
É uma rede solidária de comunidades, no qual o objetivo principal é compartilhar idéias e oferecer apoio recíproco. Os eixos principais que a Rede enxerga são a identidade cultural, o desenvolvimento local, apropriação tecnológica e a inclusão social. A idéia da Rede nasceu em quilombos, em particular em um quilombo urbano, a Casa de Cultura Tainã.
A identidade quilombola é uma raiz da historia do nosso povo e do nosso país, pois desde a época do Brasil Colonia contribuiu efetivamente para o crescimento econômico e social do nosso pais, mas foram sumariamente excluídos, e em sua maioria ainda são, da divisão da riqueza gerada por esse crescimento, como acesso a políticas públicas e direitos legais a propriedade das terras que são ocupadas por elas a diversas gerações. Portanto precisamos garantir as comunidades condições para se desenvolverem, tendo em conta a enorme divida histórica que o nosso pais ainda tem com elas, lembrando que são as comunidades que devem ter a liberdade de escolher o tipo de desenvolvimento que querem.
A tecnologia é uma frente de trabalho da Rede Mocambos, sendo ao mesmo tempo idéia e meio para transferir idéias. Isto é possível somente com uma real apropriação das técnicas e das lógicas, sem ser usuários passivos de algo já pronto, e que por si mesmo não é livre. Dentro dessa linha de pensamento consideramos que o uso e o desenvolvimento de Software Livre que já permite a criação e o compartilhamento entre nós e o mundo, através da Internet por exemplo, chegando a uma inclusão social auto-determinada nos moldes que a comunidade quer.
Querer escolher os próprios caminhos leva a Rede Mocambos a acreditar num modelo de cooperação que vê as comunidades procurarem apoio para os próprios projetos e não as ONGs e as instituições propor e implementar projetos dentro delas. Um primeiro grande apoio procuramos no Estado, que é o orgão responsável em garantir e facilitar os desenvolvimentos livres do seu povo, neste sentido procuramos apoio do governo para garantir o inclusão digital das comunidades. Um grande passo foi onde não tinha nem um orelhão, levar uma antena de acesso a internet via satelite, pelo programa GESAC do Governo Federal, ligar a luz e colocar as comunidades em comunicação na Internet.
Assim, decorre que é necessário entender a força da cultura dessas comunidades, valorizar os conhecimentos construídos em sua vivência e estimular a difusão de um olhar próprio que proponha o reconhecimento dessa cultura e direitos. Romper com a lógica da submissão a emissores de conteúdos é estratégico para que essas comunidades assumam um papel histórico de enfrentamento da informação globalizada e do sistema opressor e concentrador de riqueza e poder que restringem o desenvolvimento dessa população em nosso pais.
DETALHAMENTO SOBRE O QUE É A REDE MOCAMBOS.
A REDE MOCAMBOS é um projeto da Casa de Cultura Tainã, sediada em Campinas
“Nós trabalhamos a questão da identidade cultural por meio das ferramentas tecnológicas. É muito importante para essas comunidades estarem incluídas socialmente e digitalmente. Assim, podemos ajudar a promover o desenvolvimento local” - Antonio Carlos (TC)
O que é a REDE MOCAMBOS?
Canal de comunicação
Rede de comunicação e solidariedade.
É uma rede de diferentes programas, projetos e ações voltados para o desenvolvimento humano integral e a preservação do patrimônio histórico e memória em áreas de Quilombos.
Projeto de redes de comunicação
Rede solidária de comunidades
Projeto popular para comunidade negra e periférica
Promoção da inclusão digital de comunidades ligadas à cultura afro-brasileira.
Onde a REDE MOCAMBOS atua?
Atua em diferentes territórios urbanos e rurais da confederação brasileira.
Quem fala na REDE MOCAMBOS?
Comunidades
Parceiros colaborativos de diferentes programas, projetos e ações voltados para o desenvolvimento; humano, social, econômico, cultural, ambiental e preservação do patrimônio histórico – memória.
Como fala a a REDE MOCAMBOS? como quer alcançar seus objetivos?
Modelo de gestão compartilhada
Ferramentas de software livres
Oficinas de formação para produção e apropriação de conhecimento livre e acesso à informação (oficinas de replicação) pela formação e capacitação em Software Livre para a produção do conhecimento e acesso crítico a informação.
Pela promoção de competências pessoais, coletivas, sociais, formativas, produtivas de indivíduos e comunidades
Pelo fortalecimento institucional das organizações
Pela ampliação de acesso aos bens, serviços e novas tecnologias de comunicação e informação (transferência e apropriação da tecnologia)
pelo incentivo ao protagonismo da juventude (formação e capacitação de jovens das comunidades para atuar como educadores/disseminadores de conhecimentos fundamentais para o desenvolvimento de suas comunidades e para interferir na realidade local)
pela integração das comunidades quilombolas à Rede Mocambos
pela troca de informações, valores e tecnologias
pela produção de conteúdos em multimídia
pela constituição de emissoras comunitárias de rádio e televisão
pela apropriação de tecnologias de manejo ambiental, construção civil e ocupação sustentável de espaços culturais e territoriais
pela promoção de oficinas e vivências de capacitação com jovens para o manejo de tecnologias ambientais e de comunicação e de produção do conhecimento e da informação com ferramentas livres
pela promoção de oficinas formativas continuadas para documentação da experiência em áudio/vídeo
potencializar a constituição de 5 Núcleos de Formação Cultural e de Tecnologia Digital
Quais são os objetivos da a REDE MOCAMBOS?
fortalecer identidade cultural e lutas políticas
contribuir para a efetivação de políticas públicas
trocar idéias e experiências com outras comunidades
promover intercambio cultural, político e econômico
reparar a dívida histórica das sociedades (GRUPOS SOCIAIS) que participaram da economia escravista os afrodescendentes.
potencializar o desenvolvimento no âmbito local e regional
permitir o protagonismo das populações vítimas de discriminação, e que vivenciam desvantagens sócio-econômica, política, cultural e ambiental.
elaborar, monitorar, avaliar e controlar políticas públicas para a eqüidade.
ocupar e criar espaços de proposição, monitoramento e avaliação de políticas públicas
Qualificar integrantes da Rede para a formulação e negociação de propostas;
apoiar as comunidades remanescentes de quilombos.
produzir informação sobre a cultura das comunidades e o meio ambiente em que vivem
apoiar projetos de etnodesenvolvimento das comunidades.
Desenvolvimento institucional em comunidades remanescentes de quilombos.
incentivar a participação do Brasil nos fóruns internacionais de defesa dos direitos humanos.
Estimular o debate político-cultural
Resignificar/valorizar conhecimentos tradicionais
Potencializar o desenvolvimento de forma sustentável no âmbito local e regional em diferentes territórios do Brasil e África
Contribuir para a efetivação de políticas públicas para a reparação para com os afro descendentes.
incentivar o desenvolvimento social sustentável
valorizar conhecimento e sabedoria populares e produção local
implementar novas abordagens e ações de geração de renda
discutir o manejo apresentável de recursos naturais
reconhecer, estimular e documentar a criação de iniciativas inovadoras, autogeridas e sustentadas
identificar e documentar junto às comunidades integrantes da Rede Mocambos suas manifestações e seu patrimônio histórico e cultural, material e imaterial, e manter organizada essa documentação
construir um portal de comunicação na Internet para difusão da produção coletiva dos integrantes da Rede Mocambos
construir estratégias de ampliação do acesso a bens, serviços, trabalho e renda
estimular o desenvolvimento institucional nas comunidades remanescentes de quilombos
Qual a origem do nome MOCAMBOS?
Cultura de resistência dos quilombos
“O mocambo ou mucambo, a palhoça ou o tejupar, são denominações dadas a moradias
construídas artesanalmente usando materiais locais. Nos quilombos mais antigos, como o quilombo de Palmares, os mocambos eram construídos em círculos para facilitar a comunicação e como tática de defesa e resistência.”
“Quilombo é sinônimo de luta pela terra e liberdade, e desta luta que começou há mais de trezentos anos surgiram as comunidades quilombolas do Vale do Ribeira. Comunidades que sobreviveram até hoje na contracorrente da concentração fundiária e da devastação da Mata Atlântica.” (www.quilombosdoribeira.org.br)
Quem está na REDE MOCAMBOS?
27 comunidades (12 pontos de cultura e 15 quilombos)
31 contam com a parceria do Gesac e já estão conectados à Internet
65 novas comunidades serão integradas à Rede Mocambos e deverão ser conectadas à internet.
Qual o contexto e a história da REDE MOCAMBOS?
Criada no ano de 2001
contexto de criação
Calor do debate sobre o processo de realização do Fórum Social Mundial
Ano da III Conferência Mundial contra o Racismo, Xenofobia e Intolerâncias Correlatas (África do Sul de 31 de agosto a 8 de setembro 2001)
Partindo da premissa de que a democracia converge na igualdade de oportunidades, de tratamento e de condições, priorizamos a questão da inclusão voltada às populações vulneráveis, cujos territórios urbanos e rurais são demarcados pelas diferentes formas de discriminação, violência, ausência de serviços públicos essenciais, desemprego e subemprego entre outras formas de violação de direitos. Considerando o imenso poder que os meios de comunicação exercem, sendo fundamental na construção de estratégias de dominação e controle das populações a eles submetidas, o acesso aos meios de produção e difusão da informação e conhecimento é essencial para as comunidades quilombolas hoje. Daí decorre que é necessário entender a força de sua cultura, valorizar os conhecimentos construídos em sua vivência e estimular a difusão de um olhar próprio que proponha o reconhecimento dessa cultura e direitos. Romper com a lógica da submissão a emissores de conteúdos é estratégico para que essas comunidades assumam um papel histórico de enfrentamento da informação globalizada e do sistema opressor e concentrador de riqueza e poder que restringem o desenvolvimento dessas populações em países como o Brasil.
Quais são os parceiros da rede, por estado
SÃO PAULO
- Campinas: Casa de Cultura Tainã / Projeto Herbert de Souza / Coletivo de Mulheres Laudelina / Nação Congo/ Centro de Convivência e Cooperativa Toninha
- Americana: Associação Arte de Vencer – Tambor Menino
- Salto de Pirapora: Quilombo Cafundó
- Atibaia: Quilombo de Brotas
- Itapeva: Quilombo Jaó
- Vale do Ribeira: Eldorado : André Lopes / Nhunguara / Sapatu / São Pedro / Galvão / Ivaporunduva / Quilombo Pedro Cubas 1 e 2
- Cananéia : Mandira Quilombo Maria Rosa
- Iporanga : Porto Velho / Cangume/ Maria Rosa / Pilões
- Barra do Turvo : Cedro / Pedra Preta / Ribeirão Grande
- Ubatuba: Caçandoca / Camburi / Fazenda da Caixa
RIO GRANDE DO SUL
- Porto Alegre: Instituto Cultural Afro-Sul – Projeto Afro-sul Odomodê
Pelotas: Associação Chibarro
MATO GROSSO DO SUL
- Campo Grande - Mukando Kandango (Associação Familiar da Comunidade Negra São João Batista)
PERNAMBUCO
- Olinda: Maracatu Leão Coroado / Núcleo de Memória Coco de Umbigada – Escola de Ensinamento de Mãe Preta / Alafin Oyó / Comunidade Xambá
- Salgueiro: Associação Quilomba de Conceição das Crioulas
PARÁ- Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Município de Oriximiná (ARQMO) / UCLA - Projeto Puraqué - União da Cultura Livre da Amazônia (Santarém) / Associação Quilombola de Salvaterra (Marajó)
AMAPÁ
- Conselho das Comunidades Afro-descendentes do Amapá - CCADA (Macapá) / Associação dos Agricultores e Moradores da Comunidade Torrão do Matapi - AAMCTM (Macapá)
links da pesquisa:
http://oca.idbrasil.org.br/wiki2/index.php/Rede_Mocambos
http://estudiolivre.org/tiki-browse_freetags.php?tag=rede%20mocambos
http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=1&id_conteudo=9544
http://www.cultura.gov.br/blogs/cultura_digital/?p=97
http://ourproject.org/moin/mocambos
Ações do
Lira Paulistana - 30 anos
.
NO SESC CONSOLAÇÃO TAMBÉM, INTENSA PROGRAMAÇÃO PELO ANIVERSÁRIO DE 30 ANOS DO LIRA:
.
17/11 - TERÇA - 21:00h - VÍDEO SOBRE O LIRA PAULISTANA DE RIBA DE CASTRO (30 min.) E SHOW COM BANDA ISCA E ANELIS ASSUMPÇÃO.
.
18/11 - QUARTA - 21:00h - LÍNGUA DE TRAPO E PREMÊ (Antes, vídeo do Riba de Castro, versão 10 min.)
.
24/11 - TERÇA - 19:30h - ALZIRA E. e PASSOCA
.
25/11 - QUARTA - 21:00h - CLEMENTE (BANDA INOCENTES) E CONVIDADOS DO ROCK
.
01/12 - TERÇA - 19:30h - JORGE MAUTNER
.
02/12 - QUARTA - 21:00h - CLEMENTE E CONVIDADOS DO ROCK
.
08/12 - TERÇA - 21:00h - Ná Ozzetti, Tetê Espindola e Virgínia Rosa
.
09/12 - QUARTA - 21:00h - ARRIGO BARNABÉ
.
MAIORES INFORMAÇÕES: http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/busca.cfm?palavra=lira+paulistana&busca_tipo=1&buscaselect=0&Atividade_ID=0&Unidade_ID=0&x=6&y=7).
.
06 Novembro, 2009
The Legal Character of National Actions and Commitments in a Copenhagen Agreement: Options and Implications - Zunia.org
Brasil NOAR 2009

RESUMO DE ATIVIDADES
–INAUGURAÇÃO no Espai Palmares – Domingo, 01 de novembro, a partir de 12:00.
Capoeira na Roda, encontro dos grupos de Capoeira de Catalunha.
–MÚSICA – Concertos na Sala Apolo – Domingo, 08 de novembro, de 20:00 a 04:30.
A principal noite de concertos brasileiros de 2009 em Barcelona.
Desde a Música Popular Tradicional e de Raiz (folclore) até a Música Contemporânea brasileira.
Entradas somente na bilheteria, na mesma noite dos concertos.
–EXPOSIÇÃO BRASILNOAR DE FOTOGRAFIA E ARTES PLÁSTICAS
Do 2 ao 30 de novembro no Consulado–Geral do Brasil em Barcelona.
Do 5 ao 28 de novembro no Lounge Club Maumau.
–MOSTRA DE CINE BRASILNOAR no Lounge Club Maumau, inicio 21:30.
Com curtas–metragens brasileiros de ficção, animação, documentário e experimental.
Dias 6 e 7 de novembro (sexta–feira e sábado) e 13 e 14 de novembro (sexta–feira e sábado).
–CONFERÊNCIA no Consulado–Geral do Brasil em Barcelona, 20 de novembro, 18:30.
“Capoeira na Roda”, encontro dos grupos de Capoeira para falar sobre individuo “O Capoeirista”.
–CURSOS DE CAPOEIRA, DANÇA E PERCUSSÃO no Espai Palmares.
Dias 21 e 22 de novembro (sábado e domingo) cursos de Capoeira.
Dias 28 e 29 de novembro (sábado e domingo) cursos de Dança Afro-Brasileira e Percussão.
_____________________________________________________________________________________________
PROGRAMAÇÃO COMPLETA
Informações das atividades atualizadas
_____________________________________________________________________________________________
01/11/09 – INAUGURAÇÃO – RODA DE CAPOEIRA
ESPAI PALMARES
Assunto: Capoeira na Roda – Roda de Capoeira com diversos representantes de distintos grupos de Capoeira que operam na Catalunha.
Local: Espai Palmares.
Data: 01/11/09, domingo.
Horário: A partir das 12:00.
Endereço: c/ Riereta, 20 Bis 1º (Raval).
Preço: Grátis.
(Mapa)
29 Outubro, 2009
FANTA KONATÊ e TROUPE DJEMBEDON apresentam " JURAMANDÉN - A Diáspora da Luz"
25 Outubro, 2009
Perplexo
será o
de
Caminhava
e exalam o
do
fico
sorria
Maurício
18 Outubro, 2009
Os Senhores do Tempo
Gosto de pensar num mundo sem essa manipulação do tempo. Claro que há quem goste, sobretudo aqueles que não frequentam auroras e que preferem o final do trabalho ainda ensolarado. Para esses, sugiro atrasar todos seus horários para uma hora mais tarde e com isso reorganizar sua vida de acordo, sem precisar bulir nos relógios, os próprios e os alheios. Outros tantos reclamam de ter que levantar na escuridão e enfrentar o trânsito ainda na penumbra, nas horas ditas mortas. Gostando ou não, acabamos nos acostumando, ou quase, com o novo jogo do relógio.
Alguns, poucos talvez, nunca se adaptam, contam de sonos mal dormidos e vigílias mal acordadas, desconforto diluído pelo corpo e alma. Esse desconforto, mesmo que passageiro, encontra suas raízes no convívio dos homens com os ciclos da natureza, divididos agora que estamos entre os tempos do sol e da lua e os tempos dos relógios. O tempo das máquinas adquiriu, por assim dizer, vida própria e o tempo dos homens é cada vez mais ditado por interesses alheios ao seu viver e aos seus desejos – manipular o relógio nos outubros e novamente nos fevereiros não passa de uma ilusão de poder, a novidade se esgota, a rotina ressurge impiedosa.
14 Outubro, 2009
Um Churrasco por Semana
Há um par de anos surgiu essa história de que comer carne prejudica o meio ambiente, a saúde do planeta. Começaram falando do impacto da flatulência bovina no efeito estufa, depois da derrubada das florestas para a formação de pastagens. E eis que surge a campanha Meatless Monday (www.meatlessmonday.com). A ideia é salvar o planeta ao se deixar de comer carne uma vez por semana. Não sei o que mais me incomoda nesse discurso: pensar que a solução para os males do mundo se dá no plano individual ou desconsiderar, simplesmente, a possibilidade de se discutir uma mudança no modelo econômico hegemônico (ou será que recursos naturais não têm a ver com a economia?).
Além disso, quem circulou recentemente pelas coxilhas gaúchas pode testemunhar a extensão da monocultura de soja transgênica. Se todo mundo virar vegetariano, haja...
Considero a comida parte fundamental da nossa cultura. Comer é gosto, cheiro e prazer. Sentar em volta de um fogo e compartilhar um belo pedaço de carne, remete-nos aos costumes mais remotos da vida em sociedade. Churrasquear é mais que ingerir insípidas proteínas de origem animal, trata-se de convivência, de socialização, de troca de idéias e de amizade, além do sabor da carne, claro. Estou pensando numa campanha, Um Churrasco por Semana, não em prol da paz mundial, ou do planeta, mas a favor da alegria das pessoas.
11 Outubro, 2009
The New American Century           : Information Clearing House - ICH
The untold history of The Project for the New American Century
This film demonstrates how the first film theaters in the US were used over a hundred years ago to broadcast propaganda to rile the American people into the Spanish-American War.
The film exposes how every major war in US history was based on a complete fraud .
Video Posted October 09, 2009
The New American Century          Â
: Information Clearing House - ICH
Shared via AddThis
09 Outubro, 2009
Lula lá, até na Argentina
Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/10/08/se-fosse-argentino-lula-seria-eleito-presidente-la-767982186.asp





