26 junho, 2009

Mostra Jazz Music SP

Vamos?

Festival de Arte Serrinha

Vamos?

A oitava edição do Festival de Arte Serrinha acontece de 10 a 26 de julho, com uma novidade: durante a primeira semana a Fazenda Serrinha estará aberta para artistas e estudantes de arte desenvolverem trabalhos autorais. Na segunda semana, de 20 a 26 de julho, como é tradicional, haverá oficinas. O Festival também terá shows, palestras, um ciclo de cinema nacional e atividades de arte-educação para crianças. Inscrições abertas pelo site www.festivaldearteserrinha.com.br ou tel. 11 9749-0211

A programação:

OFICINAS
20 a 26/7 - Teatro da Vertigem (teatro), Elisa Stecca (moda) e Hugo França (design)
24 a 26/7 - Alice Ruiz (literatura)
25 e 26/7 - Iatã Canabrava

PROJETO RESIDÊNCIA
13 a 19/7 - coordenação Bené Fonteles e Fabio Delduque

PALESTRAS
14/07 - Angélica de Morais
17/07 - Daniela Bousso
18/07 - Agnaldo Farias
21/07 - Satyros
22/07 - Frank Mora (documentário)
24/07 - Patrícia Palumbo

SHOWS
18/7 - Garotas Suecas, Druques e DJ Thunderbird
24/7 - Sexta Underground: Leptospirose e The Biggs
24/7 - Márcia Castro (na Fazenda Serrinha)
25/7 - Mariana Aydar

CINE-RANCHO
10 e 11/7 - SE NADA MAIS DER CERTO, de José Eduardo Belmonte (pré-lançamento)
17 e 18/7 - ÁRIDO MOVIE, de Lírio Ferreira
24 e 25/7 - BAIXIO DAS BESTAS, de Cláudio Assis

23 junho, 2009

Movimento Caos Já!!!

20 junho, 2009

Ajudem a Information Clearing House

A Information Clearing House Newsletter precisa de sua ajuda. Este informativo é uma excelente compilação de reportagens críticas publicadas nas principais revistas, periódicos e jornais do globo. Como o texto abaixo indica, 66000 pessoas recebem o informativo, mas apenas 107 contribuem voluntariamente. Eles precisam de mais colaboradores para que haja continuidade do periódico.

Vale a pena navegar
http://www.informationclearinghouse.info/

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Information Clearing House Newsletter
News You Won't Find On CNN
June 18, 2009
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Please Help?

Our situation is critical.

This has been the worst response ever to our appeal for financial help with operating expenses

Of the more than 66 ,000 people who receive our newsletter each day and over one million people who visit our website each month, 107 people have provided assistance (Thank you)

We are a long way short of the 341 people we need in order to be able to ensure the continuation of this service.

If Information Clearing House is important to you, please use the link below to make a contribution using Paypal, your credit / debit card or check.

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or if you prefer to send a check or money order, Information Clearing House, PO Box 365 Imperial Beach, CA 91933. USA.

Low income readers: DON'T send money, just encourage others to subscribe.
http://informationclearinghouse.info/subscribe.htm

To all who have assisted in the past. Thank you. Your help is greatly appreciated. Tom

===

A time will come when a politician who has willfully made war and promoted international dissension will be as sure of the dock and much surer of the noose than a private homicide. It is not reasonable that those who gamble with men's lives should not stake their own: H.G. Wells

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The soul of our country needs to be awakened . . .When leaders act contrary to conscience, we must act contrary to leaders: Veterans Fast for Life

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If we work in marble, it will perish; if we work upon brass, time will efface it; if we rear temples, they will crumble into dust; but if we work upon immortal minds and instill into them just principles, we are then engraving upon tablets which no time will efface, but willbrighten and brighten to all eternity: Daniel Webster

=

X Moradias

Goethe-Institut São Paulo e SESC-SP convidam para

Encenação "X-Moradias"
Ficção e realidade se misturam numa missão de descoberta da cidade
Teatro
23 a 27 de junho, 2009
a partir de 14h e 19h
SESC Consolação
Rua Dr. Vila Nova, 245
Recomendação etária: a partir de 16 anos
Ingressos: R$ 2 a R$ 10
Tel. 11 3234 3000
cultura@saopaulo.goethe.org



© Imagens: Anne Schulz
© Imagens: Anne Schulz

Entrar na casa de alguém desconhecido e presenciar uma intervenção artística - uma mini-peça de teatro, uma performance, uma instalação, ou da documentação do cotidiano real dos próprios moradores. Esta é a idéia de X Moradias, que acontecerá entre os dias 24 e 27 de junho em São Paulo, revelando uma inusitada cidade e seus surpreendentes protagonistas. Os participantes de X Moradias São Paulo irão explorar a pé um percurso por vários apartamentos e outros tipos de moradias nos bairros de Santa Cecília, República, Consolação, Higienópolis e Bela Vista, tendo como ponto de partida o SESC Consolação.



Os espectadores – 2 a cada vez - escolhem um dos três percursos distintos que os conduzem a sete residências. Eles e recebem descrições detalhadas dos caminhos e talvez descubram o cotidiano do cidadão paulistano, seu rosto, biografia, as estruturas arquitetônicas e sociais de sua moradia. Uma mistura de ficção e realidade, teatro e dia a dia, intimidade e espetáculo.



Idealizada por Matthias Lilienthal, diretor artístico do teatro Hebbel am Ufer (HAU) da Alemanha, X Moradias já foi apresentada nas cidades de Duisburg, Berlim, Istambul e Caracas, e conta com a participação de artistas nacionais e internacionais, além dos próprios moradores.





Entre os artistas brasileiros confirmados para X Moradias São Paulo estão o ator e diretor teatral Enrique Diaz, a atriz e diretora Maria Alice Vergueiro, a artista de mídia-arte Giselle Beiguelman. Entre os convidados internacionais estão a dupla de arquitetos Ralf de Moll e Christiane Dellbrügge (Berlim), o performer Simon Will do grupo britânico-alemão Gob Squad, o dramaturgo e diretor teatral americano Richard Maxwell do grupo “The New York City Players”, Ariel Davila do grupo argentino BiNeural-MonoKultur e o dramaturgo e diretor teatral Rodrigo García, do La Carnicería Teatro, de Madri.


Díli, day and night - SECRETA TIMORENSE TEVE UMA BAIXA NA CASA BRANCA

Por ZÉ FORBES, enviado especial TLN, em Díli – Timor Lorosae Nação


FAMILIARES DA AGENTE ABATIDA POR OBAMA EXIGEM RESTOS MORTAIS


Nos corredores das instalações da secreta timorense corre um grande balir, rosnar, grunhir, cacarejar e afins por aquilo a que chamam um acto cruel do Presidente dos EUA, Obama, ao assassinar a agente secreta timorense que estava em regime de permanência a espiar as conversas, movimentos e documentos na Casa Branca.


Indignam-se ainda mais por a sua execução ser televisionada, como se fosse um Sadam, quando afinal a agente, apesar de ser secreta, é uma operacional de um país livre, bispado, democrático, progressista, rico, corruptamente desenvolvido e amigo dos EUA.


O ocorrido pode redundar em complicações diplomáticas e o chefe da secreta, Longinos Ponteiro, já mandou uns cabrões – não gostam que chamem bodes aos animais, só às pessoas - dizerem que aquilo que lhe apetece é ir com o seu canhão azul jorrar uma centena de hectolitros de mijo de cuda sobre a Casa Branca e o número um da CIA, Obama.


Afinal tudo se deve ao facto de o Presidente Obama ter morto à palmada uma mosca que, durante momentos de uma entrevista, o andava a espiar. Imagens que correram mundo, tanto ou mais vistas que a execução do ditador do Iraque, por encomenda do maluco, palerma, drogado e bêbado que antes de Obama ocupou a Casa Branca, também conhecida por WH para não confundirem com WC – a casa, o drogado era conhecido por W. Bush.


“Isto assim é uma trampa”, disse Horta, “desbocaram-se sobre a nossa rede de animais espias de que o Forbes falava mas em quem ninguém acreditava e agora fomos descobertos.”


Palavras ditas, que me foram confidenciadas por um sabiá que Lula da Silva ofereceu a Horta e que anda lá pela casa a esvoaçar e a borrar tudo, espiando para mim – em atitude solidária porque caso contrário perco o meu ganha-pão por não ter matéria para escrever e fazer os semanais despachos que deviam ser diários e assim não passar fome, nem dormir ao relento.


Referiu-me o sabiá de Horta que já houve uma reunião de emergência em que esteve presente o maioral da secreta, Banana, seu lacaio comandante para todo o serviço (LCPTS), mais conhecido por Longinos – faz lembrar a marca de um relógio de contrabando – porcos, cabras, catatuas e mais bicharada de alta patente. O ministro Sacarias também esteve presente e tomou notas sobre a quantidade dos que vão a Washington protestar, para reservar os bilhetes de ida e volta na agência de viagens que não é sua. A ministra Súcia também esteve no meio da bicharada, segundo o sabiá, disse que o caso “não é do foro da justiça interna e que por tal nada pode fazer”, olhando para Banana e Horta acrescentou que eles é que “são peritos em tramar juízes” e que por isso deviam estudar o que fazer naquele caso, exigindo a devida indemnização de um milhão de trilhões de dólares que sempre davam jeito para aliviar as verbas da corrupção que estão a sobrecarregar o Orçamento de Estado, acrescentou o sabiá.


Foi nesse momento que o comandante Ponteiro fez continência e pediu para falar. Em sentido disse bem alto e exaltado “eu vou àquela Casa Branca e ponho-a castanha de merda com o meu canhão azul!” O técnico das operações especiais que estava a seu lado interrompeu, beijou a mão de Horta, fez uma careta e cuspiu, dizendo que não podia ser porque “assim entupia o canhão azul”. Longinos Ponteiro deu-lhe um valente pontapé e esclareceu que enchia o depósito de caganeira porque era mais líquida…


“Pois, o problema é a logística, onde é que se vai arranjar tantos hectolitros de diarreia?” perguntou Banana.


O sabiá referiu que esvoaçou para as mãos de Horta a fim de debicar as sujidades acumuladas por tantos beijos cuspidos e com masca de areca, mas principalmente para estar perto dele e assim conseguir ouvir melhor.


“Como sabem eu sou pragmático, oiço-os e considero que não é o momento para soltarmos os animais, aves, insectos e répteis nossos agentes secretos por causa de uma mosca nossa agente que o Obama, ele próprio, fez questão de executar em público…”


Nesse momento a declaração presidencial foi interrompida pela catatua que esvoaçou rente à mesa de reunião, cheia de inveja por o sabiá estar a debicar nas mãos do dono. “Vai lavar as mãos, estão cheias de gafanhotos e o sabiá já está com o papo cheio”, disse a catatua largando uma poia nos galões do comandante Ponteiro.


Horta, o Mãozinhas de Mimos, como agora lhe chamam, continuou: “… O que se passa é que eu ando à procura de “tacho” na internet para ganhar mais algum e a Hillary disse-me que ia ver se arranjava alguma coisa, por essa razão peço-vos que não façam ataque nenhum enquanto não tiverem a diarreia suficiente e eu não tenha o “tacho” assegurado.”



Sabiá relatou que as últimas palavras pertenceram a Banana, ao ordenar a Longinos Ponteiro para conter a indignação na corporação da secreta e dar uma “palavra de consolo aos familiares e amigos da agente mosca executada publicamente por Obama”.

Esclarecendo Longinos, ainda disse: “Olha, faz como eu fiz quando falei com Vítor Alves, o pai do Reinado”.



A reunião terminou abruptamente porque a Bibi Lulik estava a parir e tinha um corno do cabrito atravessado, relatou o Sabiá.



Alô redacção! Termino aqui porque tenho de ir comer uma sopinha de canco a uma ONG minha amiga e que é da Mamila Pires, a ministra que me dará sempre sopa se eu nunca mais a citar nos meus despachos. Oh ala que se faz tarde!



Ver AQUI execução da agente timorense



Alguns títulos anteriores: Díli, day and night – O REGRESSO DO GREVISTA SAUDADES DO ZÉ FORBES SÃO MAIS QUE MUITAS; Díli, day and night - SECRETA TIMORENSE ENVIA AGENTE A LISBOA; Díli, day and night – A GALINHA ESPIA DOS DENTES ALVOS

17 junho, 2009

ProUni, Cotas, Ação Afirmativa, Democracia, Meritocracia?

ELIO GASPARI

A cota de sucesso da turma do ProUni
Os pobres que entraram nas universidades privadas deram uma aula aos demófobos do andar de cima
A DEMOFOBIA pedagógica perdeu mais uma para a teimosa insubordinação dos jovens pobres e negros. Ao longo dos últimos anos o elitismo convencional ensinou que, se um sistema de cotas levasse estudantes negros para as universidades públicas, eles não seriam capazes de acompanhar as aulas e acabariam fugindo das escolas. Lorota. Cinco anos de vigência das cotas na UFRJ e na Federal da Bahia ensinaram que os cotistas conseguem um desempenho médio equivalente ao dos demais estudantes, com menor taxa de evasão. Quando Nosso Guia criou o ProUni, abrindo o sistema de bolsas em faculdades privadas para jovens de baixa renda (põe baixa nisso, 1,5 salário mínimo per capita de renda familiar para a bolsa integral), com cotas para negros, foi acusado de nivelar por baixo o acesso ao ensino superior. De novo, especulou-se que os pobres, por serem pobres, teriam dificuldade para se manter nas escolas.Os repórteres Denise Menchen e Antonio Gois contaram que, pela segunda vez em dois anos, o desempenho dos bolsistas do ProUni ficou acima da média dos demais estudantes que prestaram o Provão. Em 2004, os beneficiados foram cerca de 130 mil jovens que dificilmente chegariam ao ensino superior (45% dos bolsistas do ProUni são afrodescendentes, ou descendentes de escravos, para quem não gosta da expressão).O DEM (ex-PFL) e a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino foram ao Supremo Tribunal Federal, arguindo a inconstitucionalidade dos mecanismos do ProUni. Sustentam que a preferência pelos estudantes pobres e as cotas para negros (igualmente pobres) ofendiam a noção segundo a qual todos são iguais perante a lei. O caso ainda não foi julgado pelo tribunal, mas já foi relatado pelo ministro Carlos Ayres Britto, em voto memorável. Ele lembrou um trecho da Oração aos Moços de Rui Barbosa: "Tratar com desigualdade a iguais, ou a desiguais com igualdade, seria desigualdade flagrante, e não igualdade real".A "Oração aos Moços" é de 1921, quando Rui já prevalecera com sua contribuição abolicionista. A discussão em torno do sistema de acesso dos afrodescendentes às universidades teve a virtude de chamar a atenção para o passado e para a esplêndida produção historiográfica sobre a situação do negro brasileiro no final do século 19. Acaba de sair um livro exemplar dessa qualidade, é "O jogo da Dissimulação - Abolição e Cidadania Negra no Brasil", da professora Wlamyra de Albuquerque, da Federal da Bahia. Ela mostra o que foi o peso da cor. Dezesseis negros africanos que chegaram à Bahia em 1877 para comerciar foram deportados, apesar de serem súditos britânicos. Negros ingleses negros eram, e o Brasil não seria o lugar deles.A professora Albuquerque transcreve em seu livro uma carta de escravos libertos endereçada a Rui Barbosa em 1889, um ano depois da Abolição. Nela havia um pleito, que demorou para começar a ser atendido, mas que o DEM e os donos de faculdades ainda lutam para derrubar:"Nossos filhos jazem imersos em profundas trevas. É preciso esclarecê-los e guiá-los por meio da instrução".A comissão pedia o cumprimento de uma lei de 1871 que prometia educação para os libertos. Mais de cem anos depois, iniciativas como o ProUni mostraram não só que isso era possível mas que, surgindo a oportunidade, a garotada faria bonito.
Folha de São Paulo, 17/06/09

“ESPELHOS” E MAGALHÃES CHEGARAM NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA




“ESPELHOS” E MAGALHÃES CHEGARAM NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA



Foto José Sérgio – SOL


Por ANTÓNIO VERÍSSIMO – Página Lusófona*


Só um breve apontamento. Nem mais de que aquilo que merece esta “inovação” da Assembleia da República de Portugal.


Pelo que se percebe na fotografia, os deputados passam a usufruir de “Magalhães” para o seu “trabalho” de fazerem de conta que deputam e nos representam, defendendo os nossos interesses, os da maioria dos portugueses, respeitando ao máximo as minorias. Na realidade existe uma minoria que têm sempre respeitado: os da sua laia!


Também receberam dois “espelhos” caríssimos onde poderão ver na hora os seus tristes espectáculos, a sua inércia, o seu faz-de-conta e a sua gula… se os ecrãs conseguirem reproduzir tais particularidades.


*Associado Fábrica dos Blogs

16 junho, 2009

Réquiem para a Magnífica

A Magnífica Reitora da Universidade de São Paulo tinha um futuro promissor, especialista em veneno de escorpião, a Magnífica assume o cargo de Reitora da segunda maior universidade da América Latina e logo de saída responde uma entrevista de forma triunfal: "Gosto de Júlio Iglésias, livro de auto-ajuda e Titanic."


Terá nossa Magnífica Reitora da segunda maior universidade da América Latina sido vítima da falta de distanciamento entre sujeito e objeto?.


Gostaríamos de esclarecer que pelo respeito que o cargo exige, sempre a chamaremos por Magnífica. Certa vez, em palestra no Conselho Universitário da segunda maior universidade da América Latina, Noam Chomskiy questionou: “se chamam o reitor de Magnífico, como chamam o presidente e os juízes?.”

Tudo parecia caminhar para um bolero romântico à “Iglesias”



Mas eis que estudantes realizaram prolongada ocupação da Reitoria, a Magnífica demonstrou no episódio doses elevadas de inabilidade política. A especialista no artrópode bem sabe que em situações inesperadas o artrópode pode cometer umharaquiricinematográfico. A Magnífica bem que poderia ter aprendido com as lições da natureza, mas em situação limite, a Magnífica parece ter mergulhado nos oráculos da auto-ajuda. Fico a imaginar a frugalidade dos títulos: “Como reprimir estudantes – O código DaVinci revisitado” – “Guia tibetano da intransigência – a não negociação”. Os conselheiros tentaram auxiliá-la, alguns da linha de frente como o Mr. zona da amoralidade.



Tudo parecia voltar para a normalidade do outono paulista - insatisfação salarial, insatisfação dos estudantes com a crescente promiscuidade entre o público e privado, insatisfação com as perseguições. Nada de novo no front!. Com a proximidade do inverno, a Magnífica resolveu esquentar, articulou a aprovação da entrada de força policial pelo Conselho Universitário. Os relatos de professores, estudantes e funcionários são assustadores.



O discurso oficial não difere em nada dos escribas oficiais, muitos egressos da Universidade de São Paulo, da ditadura militar no Brasil – “baderneiros, minorias, agitadores.”

Confesso que não tive a satisfação de assistir o filme “Titanic”, mas nãocomo não se sensibilizar com algumas cenas que ficaram no imaginário coletivo. Dramáticas tragédias!. Mas se no casco do transatlântico constava: “Este ninguém afunda”, o que dizer sobre os destinos da Magnífica?. Docentes reunidos em Assembléia da Associação de professores, discentes e funcionários exigem o seu afastamento.


ATO UNIFICADO DA USP, UNESP E UNICAMP DAS 3 CATEGORIAS

DIA 18/06, 5ª, 12H

CONCENTRAÇÃO NO MASP
PASSEATA ATÉ O LARGO SÃO FRANCISCO

Saída do MASP [Av. Paulista] às 13 horas.
O ATO SERÁ REALIZADO EM FRENTE À FACULDADE DE DIREITO, UNIDADE DO DIRETOR GRANDINO RODAS, RESPONSÁVEL PELA RESOLUÇÃO DO CO, QUE DETERMINA E AUTORIZA A INVASÃO DA UNIVERSIDADE PELA FORÇA POLICIAL.

CONTRA O ATAQUE DA POLÍCIA DE TERÇA!!!
FORA PM!!!
FORA REITORA!!!

15 junho, 2009

14 junho, 2009

Pelo fim do bloqueio econômico à Cuba

Foram anos de sanções econômicas, agressões mútuas, desrespeito à legislação internacional. Soma-se a estes fatos, financiamento de grupos paramilitares, máfias, e estabelecimento de "hot lines" diplomáticos.

O embargo econômico à Cuba tem início em 19 de outubro de 1960 quando os EUA estabelecem embargo sobre empresas e subsidiárias norte-americanas que exportam para ilha. Neste mesmo ano, Cuba havia estabelecido acordo de comércio com a União Soviética, onde forneceria açucar em troca da importação de petróleo.

Sob as diretrizes do Departamento do Estado dos EUA, as empresas petrolíferas norte-americanas sediadas na ilha boicotam o refino do petróleo importado da URSS. O presidente dos EUA, Dwight Eisenhower, determina a suspenção da quota de importação de açúcar cubano.

Em represália, o governo cubano determina a expropriação de todas as empresas norte-americanas sediadas na ilha.

Em 1961, o governo dos EUA impõem restrições à viagens a ilha. Em 1963, Robert F. Kennedy propõe a suspensão de viagens, o que demonstra divergências internas sobre esta medida, mas estas restrições serão reduzidas somente em 1977 no governo Carter e reestabelecidas no governo de Ronald Reagan - http://www.gwu.edu/~nsarchiv/NSAEBB/NSAEBB158/index.htm

Em 1962, a OEA condena a adoção do marxismo-leninismo e "sugere" por 20 votos contra o voto cubano a saída "voluntária" de Cuba da organização.

Em 1962, sanção presidencial norte-americana determina a suspenção de todas as importações com origem em Cuba.

Crise dos mísseis

"Havana, october 26, 1962.
Comrade Khrushchev

From an analysis of the situation and the reported in our possession. I consider that the aggression is almost imminent within in next 24 ou 72 hours."

Trecho de carta secreta enviada por Fidel Castro a Krushev - http://www.gwu.edu/~nsarchiv/nsa/cuba_mis_cri/621026%20Castro%20Letter%20to%20Khrushchev.pdf

Na crise dos mísseis, década de 1960 os governos dos EUA e União Soviética estabelecem um acordo secreto que veta a instalação de mísseis nucleares em Cuba e na Turquia.


Esta curta cronologia retrata o início do embarco econômico à Cuba que rendeu graves perdas econômicas, humanitárias e sociais à ilha.

Sob influência de importante comunidade anti-castrista, sediada principalmente na Flórida, setores do Congresso dos EUA apoiaram e incentivaram esta escalada.

Mudanças populacionais na Flórida podem apontar por mudanças nesta situação anacrônica que se arrasta por décadas. Parte expressiva da população da Flórida com ascendência cubana apóia o fim do embargo que não interessa nem aos EUA e muito menos à Cuba.

O governo dos EUA farão uso em larga escala do "soft power", buscam a redução de contenciosos, precisam de reduzir conflitos potenciais, redimensionar o poder americano no mundo e enfrentar a crise econômica.

O governo cubano enfrenta sérias restrições econômicas, agravadas pela passagem recente de dois furacões que causaram sérios danos à ilha. Entretanto, a potencial exploração de reservas de petróleo recém descobertas, a redução de restrições impostas pelo embargo podem trazer novo fôlego à ilha.


Para saber mais:

The National Security Archive
http://www.gwu.edu/~nsarchiv/nsa/cuba_mis_cri/docs.htm

Peterson Institute for International Economics
http://www.piie.com/research/topics/sanctions/cuba.cfm


06 junho, 2009

Nem fode, nem sai de cima: relações incestuosas dos docentes da universidade pública com os serviços privados

Mariana passou a boa parte da vida construindo um currículo primoroso. Desde a graduação se envolveu em atividades de pesquisa na universidade pública em que estudava, tinha bolsa de iniciação e já nessa época publicou um artigo numa revista reconhecida. Depois trabalhou e estudou muito no mestrado e doutorado, assumiu as aulas da graduação de seu orientador, fez boa parte do trabalho burocrático do grupo de pesquisa ao qual era vinculada. Embora reconhecesse que era irregular que desempenhasse essas funções, nem pensava em reclamar; acreditava que essas atividades faziam parte da vida acadêmica e que ganhava experiência. Que oportunidade!
Agora Mariana está sem emprego. Nos raros concursos das universidades públicas são tantos os inscritos, e tão parecidos com Mariana, que é praticamente um golpe de sorte conseguir a vaga. Para as particulares, onde Mariana poderia lecionar, ela é qualificada demais; é mais lucrativo contratar mestres ou mestrandos – e, logo logo, essas empresas de ensino passarão a contratar não mais que especialistas.
Aliás, a formação de especialistas seria um nicho interessante para Mariana. Porém, o docente que a orientou no doutorado, ilustre cientista, com renome internacional, professor titular da universidade em regime de trabalho de dedicação integral à docência e à pesquisa, já faz isso. Ele oferece cursos de especialização na área de Mariana e ‘complementa’ o seu salário. O curso faz parte da programação de uma fundação ligada à universidade, coisa nebulosa: falta clareza nos limites do público e do privado e na destinação do dinheiro que ali gira. Ela poderia oferecer um curso alternativo, mas quem vai preferir Mariana ao célebre professor?
O docente, alma sensível, se compadece da situação de Mariana e a conforta com palavras gentis. Não passa disso. Ele orienta novas Marianas, que além de enriquecerem o seu currículo com seus trabalhos (dissertações, teses, artigos) e, assim, possibilitarem um aporte maior ainda de recursos públicos para as atividades do grupo de pesquisa, facilitam muito o cumprimento dos compromissos do docente com a universidade pública. Ele dá conta da dedicação exclusiva à universidade e faz consultorias a empresas privadas, além de oferecer cursos pagos e serviços na fundação pública-privada. Super homem!
Aos pares que o criticam ele faz um belo discurso sobre a propriedade intelectual, os direitos autorais, a necessidade de disseminar o conhecimento científico e até sobre a liberdade de expressão. Também fala das condições salariais na universidade pública, da necessidade da busca de financiamento para as suas pesquisas. Muito conveniente.
O nobre docente ocupa todos os nichos de mercado, nem opta pelo serviço público, nem pelo privado. Não parece perceber que é um ator no desemprego das Marianas que ele forma. O mais triste nessa história é que Mariana pensa que isso deve ser assim mesmo e sonha em estar na posição de sucesso de seu professor: nada como ter o nome ligado à universidade pública para abrir as portas do mercado privado.

04 junho, 2009

Deu na Economist - A Educasão Brazilera é de niveu


Prezados senhores,

A Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias tem o prazer de convidá-los para a Cerimônia de lançamento da Campanha Fotográfica África em Nós, a ser realizada terça-feira, 9 de junho às 19hs no Museu Afro Brasil. Haverá um coquetel após a cerimônia.

Segue convite anexo.

Para mais informações e confirmação de presença, falar com Rose Belisario (11) 2627-8088.


III Festival Mundial das Artes Negras, Senegal

Vamos?

Publicado na Fábrica dos Blogs

Brasil é convidado de honra do III Festival Mundial das Artes Negras, no Senegal

Por DAISE LISBOA – Portugal Digital

Mais de 80 países vão participar do III Fesman que, por duas semanas, irá mostrar a riqueza cultural do continente africano.

Brasília - A participação do Brasil no III Festival Mundial das Artes Negras (Fesman) que vai acontecer no Senegal, de 1º a 14 de dezembro, está confirmada, mas até lá os preparativos reservam muitas atividades por parte do comitê organizador, que é liderado pelo presidente da Fundação Palmares (FCP), Zulu Araújo.

A expectativa é grande para o festival que vai homenagear o Brasil. “Espero que seja um momento de encontro, troca de experiências, intercâmbio no mais amplo sentido que esta palavra possa ter”, declarou Zulu Araújo ao Portugal Digital/África 21 Digital.

“Espero que por meio das artes, nas nossas mais variadas experiências, tanto na África como na diáspora, o festival nos proporcione um momento especial. E que seja realmente o renascimento africano, que é o tema do festival, e isso esteja pleno em cada um de nós”.

Esta não é a primeira participação do Brasil no Fesman. Zulu explicou que o Brasil já havia participado das outras edições. “Na primeira, em 1966, foi muito tímida, por conta da ditadura. Em 1977, a presença do Brasil foi mais expressiva, embora ainda estivéssemos vivendo num momento pós-ditadura”, relembrou. “Agora, não. A presença vai ser plena, no sentido do Estado brasileiro. Ainda mais que o Brasil vai ser o convidado de honra e o homenageado pelo Senegal”, disse confiante.

Zulu destacou ainda, que há no Brasil uma mobilização para que o país se mostre por inteiro em Dacar. “Queremos levar para o Senegal a contribuição negra nas linguagens artísticas brasileiras”, revelou.

Existem muitas propostas que serão levadas ao festival, que vão aproximar mais o Brasil do Senegal. “No campo cultural já existe esse encontro. A intensificação desses encontros é fundamental, a exemplo do Carnaval na Bahia, em 2006, quando o Balé do Senegal se apresentou junto aos blocos afros”. Um exemplo mais recente, também ocorrido na Bahia, dia 25 de maio passado, nas comemorações do Dia de África e no lançamento oficial do festival, foi a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente do Senegal, Abdoulaye Wade. “Estiveram juntos Gilberto Gil, Margarete Menezes, Carlinhos Brown, o Balé Folclórico da Bahia, os Irmãos Guissé (Les Frères Guissé), entre outros”, exemplificou.

Zulu enfatizou que o momento não foi só de arte e cultura. Também foram apresentadas, na ocasião, propostas na área de negócios. “Está sendo articulado um vôo direto entre Recife (PE) e Dacar, a capital senegalesa”.

Em busca de recursos

Para a participação do Brasil no festival, segundo Zulu, estão reservados R$ 3 milhões. “Os recursos que temos não são suficientes, mas temos a garantia do governo brasileiro de que teremos a ampliação dos recursos para termos uma apresentação digna no Senegal”.

Na visão do presidente da Fundação Palmares, a crise financeira não vai atrapalhar em nada a representação do Brasil em Dacar. “A existência da crise financeira é um estímulo para que nós [brasileiros] possamos superar mais um obstáculo. Teremos de usar de nossa criatividade, ousadia e bom senso. E o Brasil vem enfrentando a crise assim e com sucesso”, avalia.

O Fesman já conta com vários países da CPLP, como Portugal, Cabo Verde, Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, além do Brasil, embora alguns ainda não tenham sido confirmados, como Guiné-Bissau e Timor Leste. Mais de 80 países vão participar do III Fesman que, por duas semanas, vai mostrar a riqueza cultural do continente africano.

No próximo dia 10 de junho, haverá uma reunião do comitê dos órgãos internos do Ministério da Cultura. “Vamos traçar as principais diretrizes paras o lançamento do edital de seleção dos artistas que irão participar do III Fesman. Uma parte dos artistas será via convite e outra via edital”, explicou.

"Marco na história"

O atual momento em que o Brasil vive é visto por Zulu como um marco na história para os negros. Como defensor ferrenho das cotas raciais, ele lembra que elas foram implantadas em 2006 e e que hoje já se pode ter em números o resultado positivo da lei.

“Já temos 254 mil estudantes negros no ensino superior, beneficiados pelas cotas. A implantação das cotas é um instrumento efetivo de promoção da igualdade racial na Educação e na inclusão do negro no ensino brasileiro. São hoje 57 universidades do Brasil que têm esse sistema e com ele foi permitido que entrassem mais negros no ensino superior nos últimos cinco anos do que em toda a história no Brasil. A lei está cumprindo seu papel e na verdade é parte do programa de política de ações afirmativas do governo brasileiro, que tem alcançado pleno sucesso”, garante o presidente da Fundação Palmares.

03 junho, 2009

Gripe Influenza A(H1N1)

Quando este novo surto surgiu eu fiquei realmente preocupado, principalmente depois de ler uma longa entrevista, alguns anos atrás (não vou me recordar do pesquisador brasileiro, exilado e com formação na Paris V, agora) sobre as consequências de uma pandemia de gripe.

Minhas principais referências para informações científicas são o site SciDev.net e a Revista Fapesp. No mesmo dia do surto ocorrido no México eu não encontrei notícias nestes dois periódicos, então naveguei por páginas dos EUA. Eis que descobri que alguns casos ocorreram nos EUA anteriormente, então seria completamente equivocado atribuir ao México a responsabilidade sobre o surto, alguns países também erraram porque adotaram políticas discriminatórias contra cidadãos mexicanos. Houve até uma bizarra reportagem atribuindo a um garoto a responsabilidade por ter sido o "infectado número 1", expuseram o garoto mexicano a uma execração pública internacional.

Como na crise econômica mundial, há interesses para a filtragem sobre reportagens e consequências sobre a gripe em toda a sua extensão e gravidade. No texto abaixo verão também que há uma pressão política para não elevar o grau de risco da pandemia.

Divirtam-se.




Publicado no site SciDev.Net

Swine flu science update: 27 May 2009

Carol Campbell

27 May 2009 | EN | 中文

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Stanford University scientists say that face masks can prevent transmission of influenza

Flickr/Sarihuella

Swine flu — influenza A(H1N1) — has been circulating undetected for some time, scientists reported in Science [557kB] last week (22 May).

The international collaboration found that A(H1N1) is made up of genes from flu viruses seen in birds, humans and pigs — and parts of its genetic make-up date back to the 1918 influenza pandemic.

The extensive differences between the genes of A(H1N1) and its nearest relatives suggest it has been circulating for an "extended period" — perhaps because of poor surveillance of swine herds, say the researchers. And the absence of the known characteristics that make viruses capable of spreading between humans suggests that A(H1N1) has previously unrecognised features.

Meanwhile, scientists in Singapore have created an interactive three-dimensional model of A(H1N1)'s neuraminidase protein — a virus surface protein. The model reveals that although the protein is different to that in other flu strains it is still vulnerable to drugs such as oseltamivir (Tamiflu).

The WHO is considering including the lethality of the A(H1N1) virus in criteria for deciding whether the pandemic alert level should be raised from 5 to 6, Keiji Fukuda, WHO assistant director-general for health security and environment said in a WHO press briefing [110kB] last week (22 May). The current system includes information only about the spread of the virus.

Reuters reported that the World Health Assembly also agreed to delay decisions on how the world would share virus samples, vaccines and drugs in the event of a pandemic, tasking WHO director-general Margaret Chan with finalising the plans by early 2010.

Sticking points in the talks — which have been in progress since 2007 — include the content of a 'material transfer agreement', in which developing countries want agreements that they will have access to enough affordable vaccine.

Last week's (22 May) WHO weekly epidemiological report [1.42MB] provides an analysis of the clinical picture of A(H1N1) infection and how best to treat it. The report says pre-existing conditions such as asthma and diabetes make patients more vulnerable.

Symptoms are the usual signs of flu with occasional vomiting and diarrhoea. Hardest hit are children under nine but they are generally the quickest to recover.

The US Centers for Disease Control's Morbidity and Mortality Weekly Report reported last week (22 May) that some elderly people in the United States may have a degree of pre-existing immunity to A(H1N1), possibly because they have been exposed to a similar virus before — through vaccination or infection.

And contrary to other reports, Stanford University scientists have found that face masks can prevent transmission of influenza. They produced a mathematical model in which face masks were 98 per cent effective in stopping transmission. This is reduced to 30 per cent once someone starts showing symptoms.

02 junho, 2009

Dia Internacional de...


DIA INTERNACIONAL DE…


Por ANTÓNIO VERÍSSIMO – Página Lusófona*


Convencionou-se que este seria o Dia Internacional da Criança, ontem foi o Dia Internacional Antitabágico, amanhã será o Dia Internacional Contra os Gastos Milionários dos Profissionais da ONU e das suas Agências, dos governos, que muito pouco ou nada fazem mas que querem aparentar muito fazer, enganando-nos? Não, todos os dias são Dia Internacional da Hipocrisia!

É muito bom sermos crianças, ingénuos e inocentes, ignorantes da existência destas pandilhas e destes esquemas maquiavélicos com potencialidades desperdiçadas porque a miséria e o mal-estar dos povos é um negócio para uns quantos e também para as emergentes ONGs.

Depois de alguma vivência chegamos ao conhecimento destas tristes realidades. É então que o mal-estar se instala nas crianças que somos sempre. É esse o momento em que muitos consideram ter de escolher entre “atropelar” ou ser “atropelado”, esquecendo-se que ainda têm a opção de combater os que atropelam. Mas não, em vez disso, de optarem pela opção correcta e que traria bem-estar a todas as crianças acabam por também irem engrossar as fileiras dos que “atropelam” e dão ainda maior dimensão ao “salve-se quem puder”. Ao fazerem essas opções é quando deixam de ser crianças, pelo menos saudáveis, não porque a idade lhes tire essa faculdade mas sim pela sua opção.

Quem quer ir brincar comigo? Quem quer cantar a Loja do Mestre André? Quem quer jogar ao peão e ao berlinde, jogar à carica, ao Rei Coxo, correr com arco e gancheta, fazer púrrias, brincar à apanhada, à cabra-cega, ao picócu, à Linda Falua, ao lenço, à Roda aos Cinco Cantinhos… Aos polícias e ladrões não brinco, não quero perder a criança que há em mim com coisas chatas e inúteis, repressoras e desrespeitosas das crianças de todo o mundo. Muito menos quererei brincar àqueles senhores que vivem da política, quase sempre desonestos, que tramam as nossas crianças, a todos nós.

*Associado Fábrica dos Blogs

01 junho, 2009

FotoRio 2009 – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro

Com o objetivo de valorizar a fotografia como bem cultural, o FotoRio 2009 promove exposições, oficinas, mesas redondas, palestras, leitura de portfólio, projeções e intervenções urbanas.
Tradicionalmente realizado durante o mês de junho, este ano a programação ocorre de Abril a Setembro, fazendo do Rio de Janeiro um ponto de encontro e um pólo de reflexão e debates que têm a fotografia como ponto de partida.
Assim como em 2003, 2005 e 2007, a edição deste ano conta com mais de uma centena de manifestações ligadas à fotografia. Confira a programaç ão geral, inclusive das edições anteriores, no site http://www.fotorio.fot.br/2009/