26 março, 2009

22 março, 2009

Curso sobre Filosofia, Pedagogia e Psicologia de Raiz Africana - Universidade Federal de São Carlos - Brasil

E-mail enviado por Marina Moraes Nabão.

CURSO SOBRE FILOSOFIA, PEDAGOGIA E PSICOLOGIA DE RAIZ AFRICANA

Excelência na Educação: contribuições do pensamento africano em Psicologia e Educação

 

Proponente: Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal de São Carlos (NEAB/UFSCar) e Profa. Dra. Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva

Carga Horária: 20h

Educador Responsável: Prof. Dr. Wade W. Nobles – psicólogo e professor de estudos africanos da San Francisco State University / USA, diretor executivo doInstitute for the Advanced Study of Black Family Life & Culture, Inc., diretor do Center for Applied Cultural Studies and Educational Achievement.

11 de maio (segunda)–

14h30 no Anfiteatro Bento Prado - Conferência de Abertura do Curso na UFSCar –Educação e Africanidades: Contribuições dos Pensamentos do educador e psicólogo estadunidense Asa G. Hilliard III

12 a 14 de maio (terça a quinta)–

  • 8h30 as 12h / 14h30 as 18h – Curso: Excelência na Educação: contribuições do pensamento africano em Psicologia e Educação. O curso abordará e/ou aprofundará questões relativas a:

1.     Africanidades e Excelência na Educação Básica e Universitária: contribuições da Filosofia, da Psicologia e da Pedagogia de raiz africana

2.     Ser Africano: ser família, ser comunidade

3.     Recriação das identidades africanas na diáspora e no continente: as marcas deixadas pelo tráfico, pela escravidão, pelo colonialismo e pelo neo-colonialismo

4.     Nsaka Sunsum: fundamentos pedagógicos africanos para excelência acadêmica

5.     Marcas da ideologia da branquitude na Psicologia ocidental e seus reflexos na Educação

6.     Legado do pensamento tradicional africano para a Psicologia: contribuições da Filosofia de raiz africana

7.     Embranquecimento, Pertencimento Étnico-Racial e Identidade Fragmentada: contornos e contextos da Psicologia afro-brasileira

8.     Kuanza: encerramento africano

O censor Gilmar Mendes

Publicado no site NOVA-E

Dissemine a carta aberta do jornalista Leandro Fortes e não permita que Gilmar Mendes governe o País com suas atitudes.

Carta aberta aos jornalistas do Brasil

19/03/2009 20:54:59

Leandro Fortes

No dia 11 de março de 2009, fui convidado pelo jornalista Paulo José Cunha, da TV Câmara, para participar do programa intitulado Comitê de Imprensa, um espaço reconhecidamente plural de discussão da imprensa dentro do Congresso Nacional. A meu lado estava, também convidado, o jornalista Jailton de Carvalho, da sucursal de Brasília de O Globo. O tema do programa, naquele dia, era a reportagem da revista Veja, do fim de semana anterior, com as supostas e “aterradoras” revelações contidas no notebook apreendido pela Polícia Federal na casa do delegado Protógenes Queiroz, referentes à Operação Satiagraha. Eu, assim como Jailton, já havia participado outras vezes do Comitê de Imprensa, sempre a convite, para tratar de assuntos os mais diversos relativos ao comportamento e à rotina da imprensa em Brasília. Vale dizer que Jailton e eu somos repórteres veteranos na cobertura de assuntos de Polícia Federal, em todo o país. Razão pela qual, inclusive, o jornalista Paulo José Cunha nos convidou a participar do programa.

Nesta carta, contudo, falo somente por mim.

Durante a gravação, aliás, em ambiente muito bem humorado e de absoluta liberdade de expressão, como cabe a um encontro entre velhos amigos jornalistas, discutimos abertamente questões relativas à Operação Satiagraha, à CPI das Escutas Telefônicas Ilegais, às ações contra Protógenes Queiroz e, é claro, ao grampo telefônico – de áudio nunca revelado – envolvendo o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás. Em particular, discordei da tese de contaminação da Satiagraha por conta da participação de agentes da Abin e citei o fato de estar sendo processado por Gilmar Mendes por ter denunciado, nas páginas da revista CartaCapital, os muitos negócios nebulosos que envolvem o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), de propriedade do ministro, farto de contratos sem licitação firmados com órgãos públicos e construído com recursos do Banco do Brasil sobre um terreno comprado ao governo do Distrito Federal, à época do governador Joaquim Roriz, com 80% de desconto.

Terminada a gravação, o programa foi colocado no ar, dentro de uma grade de programação pré-agendada, ao mesmo tempo em que foi disponibilizado na internet, na página eletrônica da TV Câmara. Lá, qualquer cidadão pode acessar e ver os debates, como cabe a um serviço público e democrático ligado ao Parlamento brasileiro. O debate daquele dia, realmente, rendeu audiência, tanto que acabou sendo reproduzido em muitos sites da blogosfera.

Qual foi minha surpresa ao ser informado por alguns colegas, na quarta-feira passada, dia 18 de março, exatamente quando completei 43 anos (23 dos quais dedicados ao jornalismo), que o link para o programa havia sido retirado da internet, sem que me fosse dada nenhuma explicação. Aliás, nem a mim, nem aos contribuintes e cidadãos brasileiros. Apurar o evento, contudo, não foi muito difícil: irritado com o teor do programa, o ministro Gilmar Mendes telefonou ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, do PMDB de São Paulo, e pediu a retirada do conteúdo da página da internet e a suspensão da veiculação na grade da TV Câmara. O pedido de Mendes foi prontamente atendido.

Sem levar em conta o ridículo da situação (o programa já havia sido veiculado seis vezes pela TV Câmara, além de visto e baixado por milhares de internautas), esse episódio revela um estado de coisas que transcende, a meu ver, a discussão pura e simples dos limites de atuação do ministro Gilmar Mendes. Diante desta submissão inexplicável do presidente da Câmara dos Deputados e, por extensão, do Poder Legislativo, às vontades do presidente do STF, cabe a todos nós, jornalistas, refletir sobre os nossos próprios limites. Na semana passada, diante de um questionamento feito por um jornalista do Acre sobre a posição contrária do ministro em relação ao MST, Mendes voltou-se furioso para o repórter e disparou: “Tome cuidado ao fazer esse tipo de pergunta”. Como assim? Que perguntas podem ser feitas ao ministro Gilmar Mendes? Até onde, nós, jornalistas, vamos deixar essa situação chegar sem nos pronunciarmos, em termos coletivos, sobre esse crescente cerco às liberdades individuais e de imprensa patrocinados pelo chefe do Poder Judiciário? Onde estão a Fenaj, e ABI e os sindicatos?

Apelo, portanto, que as entidades de classe dos jornalistas, em todo o país, tomem uma posição clara sobre essa situação e, como primeiro movimento, cobrem da Câmara dos Deputados e da TV Câmara uma satisfação sobre esse inusitado ato de censura que fere os direitos de expressão de jornalistas e, tão grave quanto, de acesso a informação pública, por parte dos cidadãos. As eventuais disputas editoriais, acirradas aqui e ali, entre os veículos de comunicação brasileiros não pode servir de obstáculo para a exposição pública de nossa indignação conjunta contra essa atitude execrável levada a cabo dentro do Congresso Nacional, com a aquiescência do presidente da Câmara dos Deputados e da diretoria da TV Câmara que, acredito, seja formada por jornalistas.

Sem mais, faço valer aqui minha posição de total defesa do direito de informar e ser informado sem a ingerência de forças do obscurantismo político brasileiro, apoiadas por quem deveria, por dever de ofício, nos defender.

Leandro Fortes 
Jornalista

Brasília, 19 de março de 2009

Foram enviadas cópias desta carta para Sérgio Murillo de Andrade, presidente da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj); Maurício Azedo, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI); e Romário Schettino, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF)

(Crédito da foto: José Cruz/ABr)

 

19 março, 2009

Enquanto isso no Rio... Choque de ordem saindo na pressão!

,Na última terça-feira, dia 17 de março, eu passava no cruzamento da Av. Rio Branco com a Rua da Carioca quando avistei a confusão: pessoas revoltadas em volta de um ônibus da Guarda Municipal protestavam contra a prisão de um rapaz. Segundo informações que consegui obter no momento, os guardas municipais agrediram um ambulante com necessidades especiais ao apreenderem suas mercadorias. O rapaz foi preso por tentar evitar a agressão; por se posicionar contra o ato absurdo dessa nova modalidade de feitores.
A população presente chamou a polícia militar para resolver a questão, visto que a guarda municipal não teria poder de polícia e, portanto, não poderia dar voz de prisão. O rapaz foi solto e levado à delegacia junto a testemunhas para registrar o ocorrido.
Estamos presenciando no Rio de Janeiro a execução de uma administração pautada na repressão aos mais pobres e seus meios de sobrevivência. A "ordem" à qual o Sr. Eduardo Paes se refere é a mesma e velha ordem que as camadas populares estão cansadas de conhecer e vivenciar: a ordem da elite que quer esconder o que incomoda. Colocar a sujeira embaixo do tapete, tapar o sol com a peneira... Ações do tipo já foram realizadas no Rio, com a remoção de cortiços e a conseqüente formação das favelas, assim como diversas outras que tinham como objetivo "limpar a cidade", "ordenar", ou seja: fingir que somos uma "cidade maravilhosa".
A nós resta pensar quais conseqüências teremos a partir das arbitrariedades deste novo governo municipal. E não há aqui uma tentativa de se defender a informalidade ou a ilegalidade. Há sim, a necessidade de refletir sobre qual a ordem que precisamos e queremos no Rio de Janeiro. A ordem pautada na repressão já faz a cidade respirar com ares de panela de pressão - que sem a prevenção e o cuidado com seus efeitos, explodirá.
Era público, visível e notório o ódio dos cidadãos ali presentes às arbitrariedades cometidas pela Guarda Municipal. Estávamos ante uma cena que facilmente poderia evoluir para um confronto.
O Sr. Eduardo Paes deveria tomar mais cuidado com a ordem que está tentando estabelecer. Tendo vencido as eleições municipais por uma margem tão pequena de diferença, talvez seja de maior bom-senso abrir uma escuta à população que ele representa.
Não desejamos esconder nossos problemas, Sr. Choque de Ordem. Queremos sim, encontrar alternativas que se apresentem como ações estruturantes para as questões dessa cidade e que objetivem oferecer a todos a dignidade que nos é de direito.
Por enquanto, mais uma vez, vamos assistindo ao espetáculo onde aos pobres, a ordem. À elite, o progresso.

14 março, 2009

Ditabranda? - "A Falha de São Paulo" mostra sua cara!

Imagem extraída do Blog de Paulo Henrique Amorim


        Um mês antes de ingressar na Universidade de São Paulo, fui selecionado para o curso de formação de lideranças jovens organizado pelo Partido dos Trabalhadores no finado Instituto Cajamar. Éramos aproximadamente 20 jovens de São Paulo, Paraná, Espírito Santo, Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão, entre outros estados. A disputa para participar desta semana foi bem concorrida. Tivemos uma semana amistosa com muitas festas e solidariedade. Discutimos "A Questão Militar", "Juventude", "Política", "O futuro do Partido dos Trabalhadores", "A Imprensa", entre outros assuntos. Convidaram alguns membros do Diretório Nacional na época para proferir algumas palestras, e entre eles estava o velho Perseu Abramo.
       Perseu fez uma análise da imprensa no Brasil e no mundo e jamais esqueço quando relatou o padrão de manipulação da imprensa brasileira. "Você encontra algumas formas disseminadas de manipulação na imprensa brasileira. "A autoridade fala!" - sempre a última versão cabe a alguma autoridade; "Fragmentação da notícia" - a fragmentação é parte da descontextualização do fato jornalístico; "Indução" - é comum a associação de notícias e imagens negativas com o objeto jornalístico que a imprensa queira depreciar; "A omissão sistemática"; "A substituição do principal pelo acessório" - a tendência de abordar assuntos irrelevantes para desviar o foco da questão."
       Nesta oportunidade ele alertou: "Em São Paulo, o jornal mais lido pelos petistas é a "Folha de São Paulo" porque aparenta ter aspecto progressista e justamente por ter esta penetração na esquerda, é de fato o jornal que mais utiliza expedientes de manipulação.

os textos abaixo foram publicados na Folha de São Paulo em fevereiro de 2009 e extraído do blog do Paulo Henrique Amorim.

Ditadura
“Golpe de Estado dado por militares derrubando um governo eleito democraticamente, cassação de representantes eleitos pelo povo, fechamento do Congresso, cancelamento de eleições, cassação e exílio de professores universitários, suspensão do instituto do habeas corpus, tortura e morte de dezenas, quiçá de centenas, de opositores que não se opunham ao regime pelas armas (Vladimir Herzog, Manuel Fiel Filho, por exemplo) e tantos outros muitos desmandos e violações do Estado de Direito.
Li no editorial da Folha de hoje que isso consta entre “as chamadas ditabrandas -caso do Brasil entre 1964 e 1985″ (sic). Termo este que jamais havia visto ser usado.
A partir de que ponto uma “ditabranda”, um neologismo detestável e inverídico, vira o que de fato é? Quantos mortos, quantos desaparecidos e quantos expatriados são necessários para uma “ditabranda” ser chamada de ditadura? O que acontece com este jornal?
É a “novilíngua”?
Lamentável, mas profundamente lamentável mesmo, especialmente para quem viveu e enterrou seus mortos naqueles anos de chumbo.
É um tapa na cara da história da nação e uma vergonha para este diário.”
SERGIO PINHEIRO LOPES (São Paulo, SP)
Nota da Redação - Na comparação com outros regimes instalados na região no período, a ditadura brasileira apresentou níveis baixos de violência política e institucional.

Saiu na Folha de hoje:

Ditadura
“Lamentável o uso da palavra “ditabranda” no editorial “Limites a Chávez” (Opinião, 17/2) e vergonhosa a Nota da Redação à manifestação do leitor Sérgio Pinheiro Lopes (”Painel do Leitor”, ontem). Quer dizer que a violência política e institucional da ditadura brasileira foi em nível “comparativamente baixo’? Que palhaçada é essa? Quanto de violência é admissível? No grande “Julgamento em Nuremberg” (1961), o personagem de Spencer Tracy diz ao juiz nazista que alegava que não sabia que o horror havia atingido o nível que atingira: “Isso aconteceu quando você condenou à morte o primeiro homem que você sabia que era inocente”. A Folha deveria ter vergonha em relativizar a violência. Será que não é por isso que ela se manifesta de forma cada vez maior nos estádios, nas universidades e nas ruas?”
MAURICIO CIDADE BROGGIATO (Rio Grande, RS)
“Inacreditável. A Redação da Folha inventou um ditadômetro, que mede o grau de violência de um período de exceção. Funciona assim: se o redator foi ou teve vítimas envolvidas, será ditadura; se o contrário, será ditabranda. Nos dois casos, todos nós seremos burros.”
LUIZ SERENINI PRADO (Goiânia, GO)
“Com certeza o leitor Sérgio Pinheiro Lopes não entendeu o neologismo “ditabranda”, pois se referia ao regime militar que não colocou ninguém no “paredón” nem sacrificou com pena de morte intelectuais, artistas e políticos, como fazem as verdadeiras ditaduras. Quando muito, foram exilados e prosperaram no estrangeiro, socorridos por companheiros de esquerda ou por seus próprios méritos. Tivemos uma ditadura à brasileira, com troca de presidentes, que não vergaram uniforme e colocaram terno e gravata, alçando o país a ser a oitava economia do mundo, onde a violência não existia na rua, ameaçando a todos, indistintamente, como hoje. Só sofreu quem cometeu crimes contra o regime e contra a pessoa humana, por provocação, roubo, sequestro e justiçamentos. O senhor Pinheiro deveria agradecer aos militares e civis que salvaram a nação da outra ditadura, que não seria a “ditabranda”.”
PAULO MARCOS G. LUSTOZA , capitão-de-mar-e-guerra reformado (Rio de Janeiro, RJ)
“Mas o que é isso? Que infâmia é essa de chamar os anos terríveis da repressão de “ditabranda’? Quando se trata de violação de direitos humanos, a medida é uma só: a dignidade de cada um e de todos, sem comparar “importâncias” e estatísticas. Pelo mesmo critério do editorial da Folha, poderíamos dizer que a escravidão no Brasil foi “doce” se comparada com a de outros países, porque aqui a casa-grande estabelecia laços íntimos com a senzala -que horror!”
MARIA VICTORIA DE MESQUITA BENEVIDES , professora da Faculdade de Educação da USP (São Paulo, SP)
“O leitor Sérgio Pinheiro Lopes tem carradas de razão. O autor do vergonhoso editorial de 17 de fevereiro, bem como o diretor que o aprovou, deveriam ser condenados a ficar de joelhos em praça pública e pedir perdão ao povo brasileiro, cuja dignidade foi descaradamente enxovalhada. Podemos brincar com tudo, menos com o respeito devido à pessoa humana.”
FÁBIO KONDER COMPARATO , professor universitário aposentado e advogado (São Paulo, SP)
Nota da Redação - A Folha respeita a opinião de leitores que discordam da qualificação aplicada em editorial ao regime militar brasileiro e publica algumas dessas manifestações acima. Quanto aos professores Comparato e Benevides, figuras públicas que até hoje não expressaram repúdio a ditaduras de esquerda, como aquela ainda vigente em Cuba, sua “indignação” é obviamente cínica e mentirosa.

13 março, 2009

Ufa!....

      Depois de longo e tenebroso inverno começo a retornar.....devagar e sempre....agora mais cuidadoso, cauteloso....com menos atividades......e apaixonado pela vida!. Beijos e abraços a todos.

Central Scrutinizer Band - Zappa Acústico


scrut
INÉDITO, ESPECIAL E ÚNICO !!!!!
ZAPPA ACÚSTICO
 
Quinta dia 19 de março,
no auditório do Sesc Vila Mariana, Rua Pelotas141,  tel.5080.3000, às 20,30hs, ingressos R$12,00. 
 
Mais informações nos sites abaixo

Fourth International Conference on Education, Labor and Emancipation

e-mail enviado por César Augusto Rosatto

Fourth International Conference on Education, Labor and Emancipation

This year’s Theme: Manifesto for New Social Movements: Equity, Access, and Empowerment


It will be help in Salvador, Bahia, Brazil on June 16th - 19th   2009. 
 
A brief description follows:
Scholars, teachers, students and activists from various fields and countries will convene in Salvador, Bahia (Brazil) to compare theoretical perspectives, share pedagogical experiences, and work toward developing a global movement for social justice in and through education. We invite proposals from the following perspectives: indigenous, feminist, postcolonial, Marxist/neomarxist, queer theory, critiques of neoliberalism/globalization, CRT, liberation theology, anthropology, comparative/international education, etc. Visit our website for more information. http://academics.utep.edu/confele
 
We appreciate if you can forward this invitation to others who may be interested.
 
Please do send in your proposals, here are the guidelines:
 
CALL FOR PROPOSALS
We are currently witnessing the emergence of a new context for education, labor, and emancipatory social movements. Global flows of people, capital, and energy increasingly define the world we live in. The multinational corporation, with its pursuit of ever-cheaper sources of labor and materials and its disregard for human life, is replacing the nation-state as the dominant form of economic organization. Faced with intensifying environmental pressures and depletion of essential resources, economic elites have responded with increased militarism and restriction of civil liberties. 
At the same time, masses of displaced workers, peasants, and indigenous peoples are situating their struggles in a global context. Labor activists can no longer ignore the concomitant struggles of Indigenous peoples, African diasporic populations, other marginalized ethnic groups, immigrants, women, GLBT people, children and youth. Concern for democracy and human rights is moving in from the margins to challenge capitalist priorities of “efficiency” and exploitation. In some places, the representatives of popular movements are actually taking the reins of state power. Everywhere we look, new progressive movements are emerging to bridge national identities and boundaries, in solidarity with transnational class, gender, and ethnic struggles. 
At this juncture, educators have a key role to play. The ideology of market competition has become more entrenched in schools, even as opportunities for skilled employment diminish. We must rethink the relationship between schooling and the labor market, developing transnational pedagogies that draw upon the myriad social struggles shaping students’ lives and communities. Critical educators need to connect with other social movements to put a radically democratic agenda, based on principles of equity, access, and emancipation, at the center of a transnational pedagogical praxis.
Distinguished scholars from numerous fields and various countries will convene in Salvador, Bahia (Brazil) to compare and contribute to theoretical perspectives, share pedagogical experiences, and work toward developing a global movement of enlightening activism. Issues related to education, labor, and emancipation will be addressed from a range of theoretical perspectives, including but not limited to the following:
 
  

  • Critical Pedagogy

  

  • Critical Race Theory

  
  

  • Postcolonial Studies

  

  • Marxist and Neo-Marxist Perspectives

  
  

  • Social Constructivism

  

  • Comparative/International Education

  
  

  • Postmodernism

  

  • Indigenous Perspectives

  
  

  • Feminist Theory

  

  • Queer Theory

  
  

  • Poststructuralism

  

  • Critical Environmental Studies

  
  

  • Critiques of Globalization and Neoliberalism

  

  • Liberation Theology

   
Proposals may be offered as panel presentations or individual papers. Please indicate type of proposal with the submission. 

Individual paper proposals should contain a cover sheet with the paper title, contact information (e-mail, address, telephone number, and affiliation), a brief bio, for each presenter, and an abstract of no more than 250 words (not including references). Please indicate whether you will present in Portuguese, Spanish or English. Presenters who wish to present in Portuguese should nevertheless include an English or Spanish translation of the abstract with their submission.

Panel proposals must include a cover sheet with the panel title and organizers’ contact information (e-mail, address, telephone number, affiliation), as well as an abstract of the overall panel theme (no more than 400 words, not including references) and abstracts/bios for each paper included in the panel. Please indicate whether panel members will present in Portuguese, Spanish or English. Proposals submitted in Portuguese should include translations (either English or Spanish) of the panel theme with each individual abstract.
 
 Please submit proposals by E-mail only to:confele@utep.edu <mailto:confele@utep.eduTHE DEADLINE FOR PROPOSALS IS March 1st, 2009. Proposals must be accompanied by your conference registration in order to be considered.

Following the tradition of the last three conferences, a book will be produced                                          comprising the most engaging papers from CONFELE 2009, as selected by an editorial board.   
Presenters wishing to be considered for this volume should submit full papers (in APA style) for review by August 1st, 2009.

César Augusto Rossatto, Ph.D.

Associate Professor

Critical Pedagogy & Multiculturalism and Social Justice

The University of Texas at El Paso

College of Education, Room #812

El Paso, TX 79968-0574

(915) 747-5253

www.academics.utep.edu/confele

06 março, 2009

SARAU - MULHER MODERNA TEM CÚMPLICE - São Paulo - SP

Enviado por Tula Pilar Ferreira.

Venham participar do

1º Sarau da Galeria Boulevard,

do lançamento do livro- MULHER MODERNA TEM CÚMPLICE, e de um grande debate sobre o papel da mulher na sociedade de hoje.

Presenças confirmadas:
Apresentadora de tv - Flor Bernadino
Pilar - poetisa e agitadora cultural
Elizandra de Souza- poeta
Debora Galvani- pesquisadora - Metuia /USP
Claudia Canto - Jornalista e Escritora

Em comemoração ao mês internacional das mulheres,os microfones da Galeria Boulevard, serão abertos para os gritos,

susurros e gemidos de todas as mulheres, quase mulheres e para todos aqueles que queiram conhecer ainda mais o universo feminino.



Compareça com suas poesias, contos, ou porque não um desabafo!

Dia 10 de março, às 19 h
Local- R 24 de maio, 188


Roque Santeiro - São Luís - Maranhão

Enviado por Dedê Paiva.

05 março, 2009

Mapa interativo de línguas ameaçadas - UNESCO.

       UNESCO Interactive Atlas of the World's Languages in Danger

     The online edition of the Atlas includes all of the information in the print edition (soon to be released) and much more. Using this interface, you can browse through the endangered languages listed in the 2009 edition of UNESCO’s Atlas, using combinations of search criteria and/or zooming in the map below (see.browsing functionalities). For more detailed information, please consult theLanguage names and locationsContribute your comments and FAQ pages.