20 junho, 2009

Díli, day and night - SECRETA TIMORENSE TEVE UMA BAIXA NA CASA BRANCA

Por ZÉ FORBES, enviado especial TLN, em Díli – Timor Lorosae Nação


FAMILIARES DA AGENTE ABATIDA POR OBAMA EXIGEM RESTOS MORTAIS


Nos corredores das instalações da secreta timorense corre um grande balir, rosnar, grunhir, cacarejar e afins por aquilo a que chamam um acto cruel do Presidente dos EUA, Obama, ao assassinar a agente secreta timorense que estava em regime de permanência a espiar as conversas, movimentos e documentos na Casa Branca.


Indignam-se ainda mais por a sua execução ser televisionada, como se fosse um Sadam, quando afinal a agente, apesar de ser secreta, é uma operacional de um país livre, bispado, democrático, progressista, rico, corruptamente desenvolvido e amigo dos EUA.


O ocorrido pode redundar em complicações diplomáticas e o chefe da secreta, Longinos Ponteiro, já mandou uns cabrões – não gostam que chamem bodes aos animais, só às pessoas - dizerem que aquilo que lhe apetece é ir com o seu canhão azul jorrar uma centena de hectolitros de mijo de cuda sobre a Casa Branca e o número um da CIA, Obama.


Afinal tudo se deve ao facto de o Presidente Obama ter morto à palmada uma mosca que, durante momentos de uma entrevista, o andava a espiar. Imagens que correram mundo, tanto ou mais vistas que a execução do ditador do Iraque, por encomenda do maluco, palerma, drogado e bêbado que antes de Obama ocupou a Casa Branca, também conhecida por WH para não confundirem com WC – a casa, o drogado era conhecido por W. Bush.


“Isto assim é uma trampa”, disse Horta, “desbocaram-se sobre a nossa rede de animais espias de que o Forbes falava mas em quem ninguém acreditava e agora fomos descobertos.”


Palavras ditas, que me foram confidenciadas por um sabiá que Lula da Silva ofereceu a Horta e que anda lá pela casa a esvoaçar e a borrar tudo, espiando para mim – em atitude solidária porque caso contrário perco o meu ganha-pão por não ter matéria para escrever e fazer os semanais despachos que deviam ser diários e assim não passar fome, nem dormir ao relento.


Referiu-me o sabiá de Horta que já houve uma reunião de emergência em que esteve presente o maioral da secreta, Banana, seu lacaio comandante para todo o serviço (LCPTS), mais conhecido por Longinos – faz lembrar a marca de um relógio de contrabando – porcos, cabras, catatuas e mais bicharada de alta patente. O ministro Sacarias também esteve presente e tomou notas sobre a quantidade dos que vão a Washington protestar, para reservar os bilhetes de ida e volta na agência de viagens que não é sua. A ministra Súcia também esteve no meio da bicharada, segundo o sabiá, disse que o caso “não é do foro da justiça interna e que por tal nada pode fazer”, olhando para Banana e Horta acrescentou que eles é que “são peritos em tramar juízes” e que por isso deviam estudar o que fazer naquele caso, exigindo a devida indemnização de um milhão de trilhões de dólares que sempre davam jeito para aliviar as verbas da corrupção que estão a sobrecarregar o Orçamento de Estado, acrescentou o sabiá.


Foi nesse momento que o comandante Ponteiro fez continência e pediu para falar. Em sentido disse bem alto e exaltado “eu vou àquela Casa Branca e ponho-a castanha de merda com o meu canhão azul!” O técnico das operações especiais que estava a seu lado interrompeu, beijou a mão de Horta, fez uma careta e cuspiu, dizendo que não podia ser porque “assim entupia o canhão azul”. Longinos Ponteiro deu-lhe um valente pontapé e esclareceu que enchia o depósito de caganeira porque era mais líquida…


“Pois, o problema é a logística, onde é que se vai arranjar tantos hectolitros de diarreia?” perguntou Banana.


O sabiá referiu que esvoaçou para as mãos de Horta a fim de debicar as sujidades acumuladas por tantos beijos cuspidos e com masca de areca, mas principalmente para estar perto dele e assim conseguir ouvir melhor.


“Como sabem eu sou pragmático, oiço-os e considero que não é o momento para soltarmos os animais, aves, insectos e répteis nossos agentes secretos por causa de uma mosca nossa agente que o Obama, ele próprio, fez questão de executar em público…”


Nesse momento a declaração presidencial foi interrompida pela catatua que esvoaçou rente à mesa de reunião, cheia de inveja por o sabiá estar a debicar nas mãos do dono. “Vai lavar as mãos, estão cheias de gafanhotos e o sabiá já está com o papo cheio”, disse a catatua largando uma poia nos galões do comandante Ponteiro.


Horta, o Mãozinhas de Mimos, como agora lhe chamam, continuou: “… O que se passa é que eu ando à procura de “tacho” na internet para ganhar mais algum e a Hillary disse-me que ia ver se arranjava alguma coisa, por essa razão peço-vos que não façam ataque nenhum enquanto não tiverem a diarreia suficiente e eu não tenha o “tacho” assegurado.”



Sabiá relatou que as últimas palavras pertenceram a Banana, ao ordenar a Longinos Ponteiro para conter a indignação na corporação da secreta e dar uma “palavra de consolo aos familiares e amigos da agente mosca executada publicamente por Obama”.

Esclarecendo Longinos, ainda disse: “Olha, faz como eu fiz quando falei com Vítor Alves, o pai do Reinado”.



A reunião terminou abruptamente porque a Bibi Lulik estava a parir e tinha um corno do cabrito atravessado, relatou o Sabiá.



Alô redacção! Termino aqui porque tenho de ir comer uma sopinha de canco a uma ONG minha amiga e que é da Mamila Pires, a ministra que me dará sempre sopa se eu nunca mais a citar nos meus despachos. Oh ala que se faz tarde!



Ver AQUI execução da agente timorense



Alguns títulos anteriores: Díli, day and night – O REGRESSO DO GREVISTA SAUDADES DO ZÉ FORBES SÃO MAIS QUE MUITAS; Díli, day and night - SECRETA TIMORENSE ENVIA AGENTE A LISBOA; Díli, day and night – A GALINHA ESPIA DOS DENTES ALVOS

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