10 maio, 2009

Desencontros

O que findaria os desatinos
ao retornar ao ponto de partida
os desvairios
hão de encontrar

do que não está ao pé
é como que um terraço
sobre a cabeça do mundo
onde pisarei matéria e espaço

do oculto e elíptico
ao travo do traço Sufi
retalhos de almas e trapos
e dos tragos...
entre Pessoa e Attar.

2 comentários:

  1. Lindo poema, e nem sabia se era seu ou não. Bonita surpresa.

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  2. E se o poeta sufi, se Attar ao Pessoa, nasce ai mais um poema oculto, aos olhos e aos tragos...
    Enfim, belo!
    Saudações Poéticas
    Everaldo Ygor

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